Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo detsa vida, desconntente,
Repousa lá no Céu eternamente
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Alguma cousa a dor que me ficou
Da mágoa sem remédio de perder-te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te
Quão cedo de meus olhos de levou.
e saber o soneto todo de cor, Mãe? Ah poizé....
Este é um blog de duas irmãs que, como tantas outras coisas, juntas, representam mais do que a sua soma... Por isso, destas duas se fazem três - eu, tu e nós, numa interacção dialéctica cuja responsabilidade está por apurar...
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
ai que nieeeerbos!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Quem escreve assim não é gago
Bairro do Oriente
Tenho à janela
Uma velha cornucópia
Cheia de alfazema
E orquídeas da etiópia
Tenho um transistor ao pé da cama
Com sons de harpas e oboés
E cantigas de outras terras
Que percorri de lés-a-lés
Tenho uma lamparina
Que trouxe das arábias
Para te amar à luz do azeite
Num kama-sutra de noites sábias
Tenho junto ao psyché
Um grande cachimbo d'água
Que sentados no canapé
Fumamos ao cair da mágoa
Tenho um astrolábio
Que me deram beduínos
Para medir no firmamento
Os teus olhos astralinos
Vem vem à minha casa
Rebolar na cama e no jardim
Acender a ignomínia
E a má língua do código pasquim
Que nos condena numa alínea
A ter sexo de querubim
Esta é a minha música preferida do Rui Veloso. As palavras a negritas são as que eu desconheço o significado. Adoro cantar estas palavras difíceis e não fazer ideia do que estou a dizer...
Tenho à janela
Uma velha cornucópia
Cheia de alfazema
E orquídeas da etiópia
Tenho um transistor ao pé da cama
Com sons de harpas e oboés
E cantigas de outras terras
Que percorri de lés-a-lés
Tenho uma lamparina
Que trouxe das arábias
Para te amar à luz do azeite
Num kama-sutra de noites sábias
Tenho junto ao psyché
Um grande cachimbo d'água
Que sentados no canapé
Fumamos ao cair da mágoa
Tenho um astrolábio
Que me deram beduínos
Para medir no firmamento
Os teus olhos astralinos
Vem vem à minha casa
Rebolar na cama e no jardim
Acender a ignomínia
E a má língua do código pasquim
Que nos condena numa alínea
A ter sexo de querubim
Esta é a minha música preferida do Rui Veloso. As palavras a negritas são as que eu desconheço o significado. Adoro cantar estas palavras difíceis e não fazer ideia do que estou a dizer...
Viva o povo de Timor Lorosae (Vivaa!!)
Das 5482 mensagens que enviei hoje, só aí umas 5 é que eram sobre assuntos sérios e coisas que precisava mesmo de saber. Viva as mensagem grátis! Vivaa!!
Já partilhei com o mundo que
o meu tipo de sangue é O+? Eu sou mesmo assim, gosto mais de dar do que receber ;) Já para não falar do espírito positivo, claro. O meu tipo de sangue fala por mim...
Celebridades
Estive meia-hora a tentar perceber se a convidada do Night show (ou Talk show ou lá o que é) era mesmo a J. Lo, porque me parecia, mas levava um penteado tão esquisito que não dava para perceber bem se era ela.. Porque é que as celebridades não usam o cabelo sempre da mesma forma, como toda a gente? Podiam variar de solto para rabo-de-cavalo, vá, eu deixo... Raio de pê da mania... Isto para não falar do facto de ela nem conseguir responder à questão: "quantos pares de sapatos tens?"
Sim, porque homem nenhum queria ser tratado por "Menino"
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